Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Made me think.

publicado por Ketch às 03:10
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

...

Talvez um dia eu me encontre contigo num lugar que talvez apenas pertença à imaginação de toda a gente, mas que me conforta pensar que existe…

 

publicado por Ketch às 22:09
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Believing in magic

Às vezes perguntam-me quanto tempo tem e eu não sei dizer ao certo há quantos anos foi. A primeira aparição foi numa sexta-feira 13 do mês de Junho. Desde aí passei, em conjunto, a depositar na voz o que ia em mim, algo que apenas o papel conhecia desde já há alguns anos. Nesse processo estavam o Rui e o Vítor, com o seu violino e guitarra, respectivamente. Passou-se bastante tempo, houve mutações enormes, na música, em nós e naqueles que por nós passaram desde aquela sexta-feira, 13 de Junho.

                Não sei se foi prenúncio, o dia, mas o que é certo é que nunca foi fácil. Sempre passamos por provações grandes, desde desilusões a desafinações enormes na forma de ver as coisas, já para não falar nas variadas experiências de quase morte durante os ensaios (entre elas electrocussões, cambalhotas- que podiam ter sido - mortais e estupidez massiva) . Muitas vezes tocamos afinações diferentes, não no som, mas no sentir, e isso fazia toda a diferença que, mais tarde, viria trazer uma pausa com abandono.

                Depressa percebemos que éramos muito diferentes, que queríamos da música coisas muito dispersas e achamos isso um obstáculo que, com o tempo, entendemos ser um ponto forte e original na forma de ver o mundo. Havia química. Agora que somos cinco (devido às longas ausências do saxofone) vejo que valeu a pena chatearmo-nos tanto, não entre nós, mas com as situações. Nunca deixamos aquele que era por direito um projecto nosso e, com algum alento, demos-lhe a corda necessária para ele arrancar, mesmo depois de uns tantos pneus furados e buracos no caminho. Somos, mais do que cinco palermas que vivem a música de uma forma pouco comum relativamente ao panorama geral, uma família. Uma família onde há um baterista que parte o cajón com o entusiasmo de tocar, um baixista que tem o seu quê de louco, só que ainda não tivemos tempo para descobrir o que é, uma vocalista que diz “cheese” em vez de “tease” em pleno concerto, um violinista que pisca o olho para a foto enquanto toca e um guitarrista que é o único traço de normalidade neste ninho de loucos, ou que disfarça muito bem.

                Não temos um género, temos vários. Não nos definimos porque somos mesmo assim: complementos de cada um de nós, completamente distintos do próximo.

sinto-me: Beim :)
publicado por Ketch às 17:05
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Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

Aniversário da Dinaamo FM

Meus caros,

 

aqui vai o cartaz do evento que a NAAM organiza esta noite em parceria com a Rádio Geice para celebrar o 1º aniversário do programa Dinaamo FM.

 

 

Dinaamo FM Bday

 

 

O evento terá lugar no Café teatro e a after party será na AISCA.

Apareçam :)

publicado por Ketch às 12:46
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

I believe in magic...

Sim, acredito. Coincidências? Não creio. Vejo o mundo como algo maior e mais completo do que um lugar onde pessoas fazem coisas. Maior do que a natureza, a ciência e todas essas coisas que acontecem na vida de toda a gente. Não acredito em deus, nas religiões como elas são e nos livros de instruções que trazem com elas, muito menos nos seus milagres.

Acima de tudo acredito nas pessoas, no mundo interior, no amor e no ódio que põem no que fazem e no que querem: chamemos-lhe energia. Acredito em justiça divina, mas com outro nome: consciência. Não falo propriamente apenas dos pesos que ela possa carregar, mas daquilo que o mundo interior faz por nós… Porque lá no fundo - segundo o que penso, que vale o que vale -, há dois “eus”: a representação daquele que vive cá fora e o “eu” normativo, aquele que faz connosco tudo o que o mundo lá fora nos faz, nuns mais duro, noutros mais benevolente. Creio que esse eu interior produz energia suficiente para conseguirmos tudo o que queremos ( que está ao alcance, imagino eu) e também para destruirmos tudo. Quando fazemos algo mesmo muito mau, «what goes around, comes around» e a nossa consciência põe-se mesmo a jeito para produzir energia negativa suficiente para só trazermos o que não tem grande interesse para a nossa vida. Há quem diga que é uma forma de religião, eu concordo em parte porque se trata de acreditar em algo superior que rege aquilo que não é empírico ou palpável. A religião afasta as pessoas, por serem regras impostas e não naturais, a energia não.

No fundo, acho que algo que realmente junta as pessoas e devia ser mais importante do que qualquer religião é a música. Não é à toa que milhões de pessoas se juntam por ela e são felizes… Naquele concerto, porque aquela música deu na rádio, porque aprenderam a tocar isto ou aquilo, porque voltam a ouvir o tema “x” que estava a dar na ocasião “y” e traz boas recordações. Claro que também há a musiquinha da baba e do ranho, mas estou a falar mesmo é de várias pessoas na mesma frequência, talvez no mesmo ritmo, eventualmente na mesma tonalidade, amiúde no mesmo compasso, mas sempre a canalizar energia para o mesmo centro.

Isto tudo, porque hoje preferi pensar, em vez de existir (contrariando o «penso, logo existo») e porque tive saudades de Viana, dos sons que há por lá, de 4 rapazes que pegam na sua música e a juntam à minha, numa cave onde às vezes não se toca nada, mas também onde se toca tudo… De alguém que toca guitarra para mim muitas vezes… dos sons mais castiços do grupo folclórico, dos meus amigos e da música que partilhamos ao som de gargalhadas e toda a sonoridade conjunta. Porque eu posso ter tudo, mas dado que também não acredito no silêncio e o som perdido só por si não chega, é preciso partilhar e a música é, para mim, isso mesmo.

música: toda :D
publicado por Ketch às 23:54
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

A uma semana de Bracara Augusta

lalala

 

Típica expressão resignada de «a minha vida é muito difícil» com o apêndice «mas, que fazer?»

sinto-me: tão bem :)
música: uma arlinda mulher - mamonas assassinas
publicado por Ketch às 13:51
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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Nada mais ilustrativo que um 'LOL'

sinto-me: tão bem :)
publicado por Ketch às 16:56
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